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Ativistas protestam seminuas contra a prostituição na Euro-12

Antes do sorteio da Eurocopa-2012, que será realizado nesta sexta-feira, no Palácio das Artes de Kiev, na Ucrânia, um grupo de ativistas organizou um protesto em frente ao estádio Olímpico de Kiev. Seminuas, as ativistas do grupo Femen gritavam e exibiam bandeiras e cartazes contra o provável aumento do índice de prostituição em Kiev durante a competição.
Ativistas exibem cartazes durante protesto

O protesto não durou muito tempo já que o grupo foi detido pela polícia.
Antes do protesto desta sexta-feira, o grupo Femen já tinha organizado outros protestos durante o ano contra a Euro. Em setembro, as ativistas organizaram um protesto contra o turismo sexual, a prostituição e a venda de bebidas alcoolicas
nos estádios durante o torneio.
Ainda em setembro, em Varsóvia, na Polônia, após o grupo convocar entrevista coletiva de imprensa denominada "Euro-12: corrupção e protituição", duas garotas simularam cenas de sexo, enquanto supostamente bebiam e torciam.

Em junho, na cidade de Kiev, na Ucrânia, já haviam feito topless nas ruas durante a cerimônia que marcou a contagem regressiva para o início do campeonato.
A Eurocopa será disputada na Ucrânia e na Polônia e será realizada entre os 8 de junho e 1º de julho de 2012.
Ativistas protestam em frente ao estádio Olímpico de Kiev




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Flagrado com drogas em ônibus intermunicipal está preso em Tomé-Açu

Foi preso em flagrante, por tráfico de drogas, José Nonato Fernandes da Silva, 30 anos. Com ele, cerca de dois quilos de maconha foram apreendidos. A prisão dele foi efetuada pelo investigador Carlos Santana, da Delegacia de Tomé-Açu, nordeste do Pará. Deficiente físico, o acusado foi seguido pelo policial civil desde Concórdia do Pará, em um ônibus intermunicipal que faz a linha de Belém para Tomé-Açu. Por já ter sido preso anteriormente pela prática de venda de drogas, "Titinho", como também é conhecido José Nonato, passou a ser observado pelo policial que retornava para Tomé-Açu vindo da capital. 
O acusado estava acompanhado de uma adolescente 15 anos com quem mantém uma união estável. Ainda, dentro do coletivo, o acusado reconheceu o policial civil, mas não houve tempo de fuga. O investigador revistou a sacola do acusado e ali encontrou a droga. A maconha estava em formato de tijolos de maconha. O acusado afirmou que pretendia ir para sua casa, no Núcleo Urbano de Quatro Bocas, distrito do município de Tomé-Açu. Ele foi conduzido para a Delegacia de Polícia de Tomé-Açu, onde foi apresentado ao delegado Fábio Veloso de Castro, que lavrou o flagrante por tráfico ilícito de drogas. Se condenado, o preso pode receber pena de reclusão de 5 a 15 anos, além de pagamento de multa. (Policia Civil)

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‘Prova da Uepa é malfeita’, ataca químico

O coordenador de Química do Sistema de Ensino e da Faculdade Universo, professor Robson da Silva Gurjão, disse em entrevista exclusiva ao DIÁRIO que “a banca não tem preparo para elaborar as questões de Química” do vestibular da Universidade do Estado do Pará (Uepa). Segundo ele, as questões “são mal-elaboradas e as respostas equivocadas”.
Depois de denunciar um erro na prova de Química da primeira etapa do vestibular 2012 daquela instituição, que foi anulada, Gurjão voltou a apontar novos erros, nas questões 54 e 55 da prova da segunda etapa, realizada na última segunda-feira.
SEM RELAÇÃO
A questão 54 compara medidas diferentes, como KJ (energia química), com mol (unidade de matéria), que seria o mesmo que comparar quilômetros com quilo, por exemplo, segundo o professor. A questão 55, segundo ele, também está “mal-elaborada”, com “erros da banca”.
Segundo o professor - que é engenheiro químico, com licenciatura plena, especialista e mestre em Química Analítica e doutor em Físico-Química - desde 2009 ele vem corrigindo erros de questões de Química da Uepa e pede para se reunir com a banca para um debate a respeito do assunto, mas só recebe “cartinhas que concordam ou discordam”.
Gurjão afirma que a universidade já entrou em contradição ao tentar corrigir erros como a afirmação de que o raio do ferro é maior do que o do magnésio, em 2009, e depois afirmar que é o magnésio tem raio maior do que o ferro, em 2011.
“Em 2007 a Uepa montou uma pilha com uma “lâmina” de mercúrio e já mandaram medir o volume do ácido sulfúrico (que é um líquido e não um gás)”.
Tais erros já teriam levado colegas seus de outras universidades do país a fazerem chacota com os químicos do Pará.
Gurjão afirma que “não é babá para servir de revisor deles” e que cansou de escrever cartas para a instituição. Ele também afirma que “não existem duas químicas”, discordando da explicação de que as questões se referem a uma química para o ensino médio.
GABARITOS
A Diretoria de Acesso e Avaliação da Uepa divulgou ontem os gabaritos oficiais referentes à 1ª. etapa do Prosel e do Prise - Subprograma XV e à 2ª. etapa do Prosel e do Prise - Subprograma XIV, realizadas nos dias 27 e 28 de novembro, respectivamente. Duas questões foram anuladas na primeira prova: a de número 34, de Matemática, e 43, de Química. Da segunda prova, foi anulada a questão 36, de Física.
Em nota divulgada pela Agência Pará, explica a Uepa que o espaço entre a divulgação dos gabaritos preliminar (liberado horas após a realização dos exames) e oficial “respeita uma imposição do edital dos Processos Seletivos 2012, que garante a possibilidade de candidatos, professores, colégios e cursinhos entrarem com recursos para revisão de questões do certame.”
Uepa diz que há abertura a reclamações
A coordenadora da Assessoria de Comunicação da Uepa, Marcela Conde, disse que a posição do professor Robson Gurjão “é lamentável. A Uepa está de portas abertas para os cursinhos que são parceiros da universidade”. Segundo ela, vestibular “é um concurso público e tem que seguir todo um trâmite jurídico que consta do edital”.
A universidade divulga um gabarito parcial no seu site logo depois da prova e dá 24 horas de prazo para os cursinhos entrarem com recursos. Nesse prazo são feitas reuniões com a banca e são feitas avaliações com a participação dos cursinhos. Só 48 horas depois da prova e depois dessa avaliação é que é divulgado o gabarito oficial. “Toda denúncia que é feita é preciso provar, por isso tem oficializar”.
Marcela disse que Gurjão não pode desconsiderar os professores da banca do vestibular da Uepa que “são gabaritados”. A Assessoria de Comunicação informou ainda que foram feitos três recursos no vestibular 2012 e três questões foram anuladas, duas da primeira etapa e uma da segunda etapa.  (Diário do Pará)

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Honda confirma NC700X e CRF 250L para o mercado brasileiro

NC700X será montada em Manaus, diz engenheiro.
Marca japonesa ainda não tem data definida para os lançamentos.

O Honda confirmou ao G1 nesta quinta-feira (1), no Salão de Tóquio, que lançará no Brasil as novas motocicletas NC700X e CRF 250L. A marca japonesa expõe na feira, juntamente com os carros, suas principais novidades em duas rodas neste ano. Os 2 modelos começarão a ser vendidos no Japão, e depois mundialmente, nos próximos meses. A data da chegada ao Brasil não foi confirmada.
A NC700X é uma motocicleta de uso misto de média cilindrada, com capacidade de rodar na terra e no asfalto. Segundo o engenheiro Masanori Aoki, que desenvolveu o modelo, ele será montado na fábrica da Honda em Manaus, o que deve ajudar no preço.
Honda NC700X será montada em Manaus (Foto: Luciana de Oliveira/G1)

A moto traz inovações tecnológicas para o segmento com seu câmbio automático, que é opcional, e espaço para bagagens no local onde tradicionalmente fica o tanque. Para isso, o reservatório de 14,1 litros foi posicionado sob o assento.
A NC700X tem duas versões: uma com câmbio manual de 6 marchas e outra com o câmbio de dupla embreagem, que proporciona transmissão automática para a moto, onde existem os modos Sport e Drive. Também é possível escolher a opção semi-automática, na qual as trocas são feitas com a mão no punho esquerdo. Este é o mesmo sistema empregado na VFR 1200F já vendida no Brasil.
O modelo tem outros dois "irmãos": a NC700S e o scooter Integra. "Fiz 3 motos com base em uma só. Isso reduz custos", explica o engenheiro, destacando que a valorização da moeda japonesa frente ao dólar tem dificultado a produção de modelos para exportação. "Foram os brasileiros em Manaus que escolheram esse modelo entre os 3 da linha NC."
O motor da NC700X é um bicilíndrico de 670 cm³ e refrigeração líquida, com 4 válvulas por cilindro, rende 47,6 cv de potência máxima a 6.250 e torque de 6,11 mkgf a 4.750 rpm. De acordo com a marca, a motocicleta faz consumo de 27,9 km/l e pode alcançar autonomia de 400 km. A moto tem rodas de liga-leve de 17”, tanto na dianteira como na traseira, e seu peso em ordem de marcha de 215 kg. Ela também possui o sistema de freios C-ABS.
No Brasil, o modelo à venda com carateristícas mais similares a NC700X é a Kawasaki Versys. A versão naked, sem carenages da motocicleta e com suspensões mais curtas, a NC700S, não foi confirmada pela marca.
CRF também irá para o Brasil (Foto: Luciana de Oliveira/G1)


CRF 250L, a substituta da Tornado
Outro engenheiro da marca japonesa, Hikaru Tsukamoto confirmou a vinda da nova CRF 250L, uma trail com aptidões mistas de asfalta e terra, que utiliza como base o mesmo motor da CBR 250R, um monocilíndrico de 249,6 cm³ e refrigeração líquida.
Na CBR 250, o motor rende 26 cv de potência máxima a 8.500 rpm, mas, seu comportamento será revisto para equipar a CRF. A proposta da CRF 250L é muito similar ao da extinta XR 250 Tornado, que saiu de linha com o lançamento da XRE 300, em 2009.
Também está exposta no salão a elétrica RC-E. Por enquanto, é apenas um conceito, explica Tsukamoto. Poucos detalhes técnicos foram divulgados, entre eles as dimensões: ela tem 2,01 m de comprimento, 0,62m de largura e 1,12 m de altura. Atualmente, o único modelo elétrico da marca japonesa é o scooter EV-neo.

RC-E, conceito elétrico que ainda está sendo testado (Foto: Luciana de Oliveira/G1)

Fonte: G1

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Casal escondia cocaína em frauda de bebê de um ano em Soure

Casal flagrado
Apreensões


Uma guarnição da Polícia Militar em ronda pelas ruas de Soure, na ilha do Marajó, flagrou dois homens conhecidos por pequenos delitos com um papelote de cocaína cada um. Ao serem questionados, eles apontaram uma casa onde teriam adquirido os entorpecentes. Os policiais foram então ao local indiciado pelos viciados e ali encontraram mais 17 "petecas" da droga.
O casal dono do imóvel, Isael Lisboa Aguiar, 26 anos, e Natali Rosário Venâncio, 25, foi preso em flagrante e conduzido à sede da Polícia Civil em Soure, onde o flagrante por tráfico de entorpecentes foi lavrado pelo delegado Arilson Caetano, titular da Superintendência Regional dos Campos do Marajó. De acordo com os policiais, as drogas estavam dentro de um vasilhame que deveria servir para acondicionamento de água.
As drogas encontradas estavam prontas para consumo. Uma policial militar, que integrava a guarnição, revistou Natali e encontrou dentro das vestes íntimas dela mais oito petecas de pasta de cocaína. Ainda, durante revista na casa, os policiais encontraram dentro da fralda do filho do casal, um bebê de 1 ano de idade, mais cinco petecas da droga. O casal permanece recolhido à disposição da Justiça de Soure. Natali foi encaminhada posteriormente ao Centro de Reeducação Feminino (CRF), presídio exclusivo para mulheres, localizado em Ananindeua, na região metropolitana de Belém.

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Campanha pró-divisão abre fogo contra Jatene

A ala mais radical dentro das frentes pró-criação dos estados de Carajás e do Tapajós venceu a queda de braços e o programa eleitoral do sim, comandado pelo marqueteiro Duda Mendonça, abriu fogo, na noite de quarta-feira (1º), contra o governador Simão Jatene. O programa que foi ao ar vinha sendo ensaiado há pelo menos uma semana, mas dentro das frentes separatistas, aliados do governo resistiam à ideia de bater diretamente no governador como estratégia para tentar angariar votos.
Em uma reunião na manhã de terça-feira, no hotel Sagres, onde funciona o quartel general dos separatistas, os mais reticentes, contudo, foram convencidos a seguir a estratégia do ataque direto. Na reunião com onze pessoas entre políticos e a equipe do marketing, comandada por Duda, houve apenas um voto a favor do governador.
Ontem à noite, uma apresentadora abriu o programa de TV falando dos problemas do Estado. Disse que a responsabilidade é do governador. Entraram depoimentos de pessoas que o acusaram de só aparecer para pedir votos. Depois, a mesma apresentadora afirmou que os problemas do Pará são resultado da lei Kandir, que desonerou as exportações e acusou Jatene de ter “agido como Pilatos”, quando deveria ter se posicionado contra a medida, que entrou em vigor no governo do aliado tucano Fernando Henrique Cardoso.
O programa seguiu dizendo que Jatene “inventou” agora o projeto que taxa a extração de minérios (aprovado ontem nas comissões da AL) para enganar o povo e levar o voto pela não criação dos Estados. No final, o golpe mais forte: a peça publicitária fecha com o slogan “diga não ao Jatene, diga sim para mudar”.
CAMPANHA
A mudança de tom teria sido provocada pelos recentes movimentos de Jatene que deixou a posição de neutralidade e, segundo os partidários do sim, teria entrado de cabeça na campanha do não. Os indícios, segundo eles, estariam nas viagens ao interior, nas entrevistas em que reforça os argumentos contra a divisão do Estado e, principalmente, na insistência para que seja aprovado, agora, às vésperas do plebiscito, o projeto que taxa a mineração. Teria pesado também a favor dos contrários ao governo, o conteúdo do programa oficial de rádio do governador e a participação de pessoas do alto escalão na campanha do não, especialmente nas redes sociais.
“A gente não bateu no governador. O governador é que vem batendo na gente”, disse Duda Mendonça, ao explicar as razões da mudança de rota. “Olha, não quero discutir, porque não sou político, não sou do Pará. Estou fazendo marketing, o melhor que posso, mas nada do que foi dito é mentira”.
Para Duda, Jatene escolheu um momento infeliz para lutar pela taxação dos minérios. “Se não fosse com finalidade eleitoreira, esperaria mais uma semana”. Indagado se vai manter a linha contra o governador, Duda definiu a campanha como um jogo de xadrez. “Não temos uma linha. Vamos avaliando”
Responsável pela campanha do não, o marqueteiro Orly Bezerra classificou o programa como “baixaria fruto de desespero”. “A campanha do sim não emplacou porque não trata a verdade. É raivosa e desrespeitosa com o povo. Agride a população e abala a autoestima”, acusou, afirmando que pedirá direito de resposta no programa. “Já ouvi do próprio Duda que quem bate perde. Mas ele é que o papa. Eu sou só papachibé”, ironizou Bezerra.
O deputado federal Giovanni Queiroz (PDT), aliado do governo e da frente Pró-Carajás, disse que só viu o programa quando foi ao ar, mas afirmou que as questões foram “mostradas corretamente”. Segundo ele, a decisão de “mostrar a verdade” foi do marketing da campanha.
“Eles (a equipe do marketing) entenderam que tinha que revelar essas questões ao povo”. Para Queiroz, o tom da campanha não deve comprometer a base aliada do governo pós-plebiscito. “Depois vem Natal, férias, os ânimos arrefecem”. Indagado se haverá conserto para a base aliada depois de 11 de dezembro disse que “não há o que consertar”. “Não tomei essa decisão sozinho. Somos um grupo de quase 20 deputados nas duas frentes. Há prefeitos, lideranças”, concluiu.
Nenhum outro aliado quis comentar o programa. Pedindo para não ser identificado, um deputado estadual da base governista que atua em uma das frentes disse que ainda estava “digerindo o programa”. O governo não se manifestou até o final desta edição.

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Parecer deve levar Dilma a demitir Lupi

Emparedada pelo parecer da Comissão de Ética Pública, a presidente Dilma Rousseff não terá muita opção, daqui para a frente, a não ser mandar Carlos Lupi desocupar a cadeira no Ministério do Trabalho. Até agora, ela segurou Lupi em nome de uma estratégia bem definida: aguardar a reforma ministerial, prevista para o fim de janeiro de 2012.
A espera não ocorreu à toa. Dilma avalia que o Ministério do Trabalho, envolto em denúncias de cobrança de propina, não deve mais ser entregue ao PDT de Lupi, o presidente licenciado do partido. Se tirasse o ministro logo após as denúncias, porém, teria de dar ao PDT o direito de indicar o sucessor do defenestrado.
O script foi seguido à risca em outras cinco demissões. Só não foi assim no caso da dispensa de Alfredo Nascimento dos Transportes, em julho. O PR, que saiu, "mas não saiu muito" da base aliada, como diz a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, até hoje se queixa por ter sido o único partido que teve de ajoelhar no milho, sem indicar o substituto de Nascimento.
O plano de Dilma, agora, é mexer as peças da Esplanada, mudando os partidos de lugar na reforma da equipe. Ela planeja entregar ao PDT, por exemplo, o Ministério da Agricultura, que deverá ser fundido com a Pesca. Nesse cenário, o nome mais cotado para a vaga da Agricultura, hoje comandada pelo PMDB, é o do senador Osmar Dias (PDT-PR).
A inédita decisão do Comissão de Ética da própria Presidência, porém, tende a apressar a saída de Lupi. O colegiado recomendou a demissão do titular do Trabalho, sob a alegação de que ele deu explicações "insatisfatórias" às acusações de fraude em convênios firmados com ONGs.
Por muito menos, Dilma dispensou o então ministro do Esporte, Orlando Silva (PC do B), depois que ele passou a ser investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Diante da crise, o PT pressiona Dilma para retomar o ministério que foi do partido durante o primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. Lupi entrou na Esplanada em 2007 e, desde então, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), braço do PT, vive em pé de guerra com a Força Sindical, ligada ao PDT.
O desfecho dessa novela ainda é imprevisível, mas seus integrantes sabem que a duração será mais curta do que o previsto na semana passada.
(Agência Estado)

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