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Portão da UFPA é bloqueado pela terceira vez

Portão da UFPA é bloqueado pela terceira vez (Foto: Daniel Costa)















Professores da Universidade Federal do Pará (UFPA) bloquearam pela terceira vez o portão do campus instituição, localizado no bairro do Guamá, nesta quarta-feira (22), quando a greve completa 95 dias. O protsto dos docentes iniciou às 5h. "O movimento resolveu radicalizar e a ideia é pressionar o governo para que atendam as nossas pautas de reivindicações", afirmou Max Costa, assessor de comunicação da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Pará (Adufpa), que lidera o movimento.
Segundo Max, mesmo com a greve, outros setores da universidade, como o administrativo, juizado do idoso, Hospital Bettina Ferro, agências bancárias e algumas aulas de pós-graduação seguem normalmente. "Em épocas normais,o fluxo de pessoas na universidade tem uma média de cerca de 30 mil pessoas por dia. Claro que com a greve o número caiu bastante, mas muitas pessoas continuam procurando a instituição para vários outros serviços e demandas. Apenas os serviços essenciais e casos urgentes é que estão tendo acesso ao local", informou o representante da Adufpa.
De acordo com a professora Rosimê Meguins, diretora geral da Adufpa, "apesar do governo ter se mostrado irredutível, o movimento quer dialogar. Nós continuamos abertos à negociação", informou.
Um dos transtornos causados por conta do fechamento dos portões da universidade foi o cancelamento de uma coletiva da Secretaria de Saúde do Estado - Sespa.
Em nota enviada à imprensa, a secretaria informou "A sugestão de pauta para uma entrevista coletiva que seria realizada nesta quarta-feira, 22, às 10h30, foi cancelada em função dos portões da Universidade Federal do Pará estarem fechados por conta de piquete dos grevistas. Até a segunda ordem, remarcamos essa entrevista para esta quinta-feira, 23, no mesmo horário, ou seja, 10h30, no mesmo local, Hospital Universitário Bettina Ferro e Souza (campus da UFPA, acesso pela avenida Perimetral).
A coletiva com o oftalmologista e coordenador do Serviço de Oftalmologia do Hospital Universitário Bettina Ferro de Souza (HUBFS), Eduardo Oliveira Braga, falaria à imprensa sobre o acesso de pacientes portadores de uma doença, a Degeneração Macular Relacionada à Idade - DMRI.

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